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    Juventude em Busca De Atitude :)

Educação: criamos robôs, por sorte se rebelam!

Ao assistir um vídeo de Sir Ken Robinson, super popular sobre os paradigmas da educação ficou ainda mais evidente a minha vontade de compartilhar ideias sobre como nossa educação poderia funcionar de forma diferente.

Sabemos que o modelo de economia global está mudando e se queremos construir algo interessantemente novo, devemos criar uma nova maneira de aproveitar toda a criatividade e o potencial intelectual do ser humano.

O que temos hoje e desde a nossa infância são crianças espetacularmente criativas e inteligentes.

Sempre dizemos que estão à frente da sua idade biológica, tal é a capacidade de eloqüência e raciocínio que possuem, em contraste com a sua pouca idade.

Dos 10 aos 17 anos, percebemos a quantidade de informação que acumularam, certa consciência política, ambiental e algumas vezes, social também.

Dos 18 aos 21 é chegada a hora de entrar para a faculdade, depois graduam, fazem seus cursos por influência da família, das classes sociais que seus familiares representam e por último, por suas "próprias vontades", assim nesta ordem.

Sempre me pergunto por que grande parte da classe média alta da minha geração fez Direito, Odontologia ou Medicina? Gostaria de entender, parece que a classe social determina o gosto dos jovens por essas disciplinas, influenciando milhões de processos cerebrais, cognitivos, instintivos, subconscientes, inconscientes, etc. A verdade é que a posição social que ocupam ora obriga a fazer tais cursos, ora conquista a mente dos indivíduos nesse sentido. Não há nada contra os cursos, ou querer graduar neles, mas o que é de destaque é a influência que as pessoas sofrem para abraçá-los.

Porém, aqui está o mais importante. Nossa geração entrou em contato com o que há de mais interativo no mundo, games off e online, redes sociais, internet, mídias tradicionais e não-tradicionais aos montes, liberdade de ir a qualquer lugar do planeta e infinitas formas de matar nossas curiosidades. O mundo se tornou mais "interessante", dinâmico, vibrante, cosmopolita.

O modelo de gestão de Abilío Diniz



Disciplina, gestão eficiente e prazer formam o tripé de sucesso no modelo de liderança adotado por Abílio Diniz à frente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar. Aos 74 anos, já avô e ao mesmo tempo pai de dois filhos com cinco e dois anos, Diniz mostra a juventude de quem está empreendendo como se fosse hoje. Em conversa com milhares de executivos nesta semana na HSM ExpoManagement, Diniz defende um modelo de gestão baseado em valores, pessoas e processos.

Humildade é hoje um dos valores mais importantes a um dos homens mais ricos do mundo. Para Diniz, ser humilde não é fazer voto de pobreza, mas ter interesse em aprender com os outros, ouvir e tratar as pessoas com deferência. Determinação também é outra característica valorizada pelo mandatário do Grupo Pão de Açúcar, seguida por saber o que quer, onde está a meta e ir buscá-la com garra e força.

Neste contexto, entra em cena a disciplina. “Só consigo fazer o que faço porque tenho disciplina”, aponta Abílio Diniz. Mas há outros ingredientes em sua fórmula de sucesso. “Faça tudo com prazer, alegria e equilíbrio emocional. Temos que buscar uma harmonia na vida”, acredita. Atividade física também é importante. “Ninguém precisa ser atleta, mas tem que ter um mínimo de cuidado com o seu corpo porque é através dele que você se movimenta”.

Fé em Deus
Na receita de Diniz, há outro elemento importante: controle do estresse. “Um mundo sem estresse seria chato”, brinca. “Temos que nos estressar apenas com o que é importante”, recomenda. Neste caminho, controlar as emoções faz parte dos requisitos de um bom gestor. Até a fé entra no modelo de gestão de Abílio Diniz. “O que me torna forte é a fé que tenho em Deus. Sou um pedinte. Peço muitas coisas a Deus. Porém, só faço isso quando tenho certeza de que já fiz tudo que depende de mim para conquistar aquilo que quero”, conta.

O amor é outro fator intangível que está na cartilha de Diniz. “Tem que colocar a alma e o amor na empresa e nas pessoas que trabalham nela”, afirma. Ainda assim, nada disso tem eficácia se não houver processos claros. “Algumas empresas travam por excesso de reuniões”, aponta. “Eles fazem reunião porque não sabem o que fazer e para procurar culpados para os erros”, critica. “Tem que estar escrito claramente o que a empresa tem que fazer. Isso não quer dizer que vai engessar a companhia, mas sim vai colocá-la num trilho”, recomenda.

O que não pode entrar nesta receita de sucesso é o sonho. Sonhar não faz parte das crenças de Abílio Diniz. “O empresário não tem direito de sonhar. Ele tem que ser pragmático e objetivo, não pode ter devaneio. Tem que ter equilíbrio e sempre buscar a felicidade. Pode parecer piegas, mas não é. É assim que vivo e é isso que

Redes sociais geram prejuízos de milhões de dólares às empresas !!! ??


Perda de produtividade causada por ferramentas de comunicação é de cerca de 10 mil dólares por funcionário, segundo pesquisa.
As ferramentas de colaboração e redes sociais são apresentadas no mundo corporativo como ótimos meios de se aproximar dos clientes, facilitar a comunicação entre os funcionários e até como forma de aumentar a produtividade e cortar custos.

Pois uma pesquisa do instituto uSamp com 500 trabalhadores nos Estados Unidos, e divulgada pela empresa harmon.ie, mostra que na grande maioria dos casos, elas representam uma cara perda de foco no trabalho (ou seja, dinheiro).

Segundo o levantamento, a perda de produtividade por conta dessas ferramentas está causando prejuízos de milhões de dólares todos os anos.


A pesquisa afirma que 60% das interrupções no trabalho envolvem o uso das chamadas ferramentas sociais (Facebook, Twitter, e-mail, Messenger...). Por conta disso, 45% dos empregados não conseguem trabalhar nem 15 minutos sem serem interrompidos. E 53% perdem pelo menos uma hora por dia com esse tipo de distração.

Pela pesquisa, essa perda de produtividade significa cerca de 10 mil dólares por trabalhador em um ano. Para empresas com mil funcionários, essa interrupção chega a 10 milhões de dólares por ano.
O e-mail continua na frente entre as maiores distrações, com 23%. Redes sociais, como o Facebook aparecem com 9% e mensagens instantâneas ficam com 6%.


Sete dicas para conquistar um bom estágio e desenvolver a carreira

Atualmente, não basta apenas o candidato ser esforçado, ter iniciativa e ser pontual. Para agarrar a vaga desejada é preciso estar atento a novos fatores e características. Confira!
O que faz um candidato ser o profissional ideal para empresa? Certamente é preencher os pré-requisitos necessários para ocupar determinado cargo. Só que atualmente, nota-se com frequência nos processos seletivos, a reclamação de muitas empresas pela falta de experiência dos candidatos para diversos cargos anunciados. E como será possível "driblar" essa situação?
Uma ótima possibilidade para isso é o estágio. Esse primeiro contato do universitário com o ambiente profissional é uma excelente forma do estudante desenvolver habilidades necessárias para o exercício de sua profissão escolhida. Só que até para conseguir um estágio, não tem sido uma tarefa das mais fáceis. De acordo com uma pesquisa da Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), a cada dez estudantes universitários brasileiros, apenas dois são estagiários.

"As empresas não querem apenas estagiários que entendam as questões técnicas, mas buscam jovens que colaborem e se atualizem dos fatos que ocorrem no mundo, no seu país, na sua cidade", alerta o especialista Waldir Arevolo, consultor sênior da TGT, que acompanha departamentos de TI há 25 anos. Nesse processo, investir na formação, participando de cursos, palestras e workshops, além de buscar estar atualizado, podem aumentar as chances de conseguir uma boa oportunidade.
Indicação e redes sociais
As mudanças no contexto do estágio incluem também a forma como os estudantes chegam até a vaga. Se antigamente os anúncios eram os principais e quase únicos responsáveis pela contratação, hoje a indicação de colegas e a recomendação de amigos é outra forma bastante utilizada na conquista de uma oportunidade. Por isso, especialistas em Recursos Humanos orientam esses jovens estarem sempre realizando seu network e mantendo um saudável relacionamento com sua rede de contatos
Outra dica para quem está em busca de uma vaga, é ficar atento as redes sociais da internet, pois, esses sites podem funcionar como uma verdadeira vitrine. "Já existem diversos relatos de processos seletivos, no qual o desempate incluiu a análise do comportamento dos candidatos em ambientes virtuais", relata Waldir Arevolo. Mas o consultor faz um alerta. "A participação em redes sociais pode ser uma atividade produtiva sob vários aspectos, mas devemos fazê-la com consciência e com coerência".
Agarrar a vaga e desenvolver a carreira
Atualmente, não basta apenas o candidato ser esforçado, ter iniciativa e ser pontual. Para agarrar a vaga desejada é preciso estar atento a novos fatores e características. Esse estudante deve mostrar características como trabalhar em equipe, interesse nas atividades, estar disponível para execução das tarefas, além de estar atualizado e disposto a aprender sempre
"O estagiário precisa ter uma série de qualidades e comportamentos que indiquem seu potencial de construir uma boa carreira", destaca Waldir Arevolo, "As empresas não são mais apenas locais de aprendizagem para os estagiários, elas precisam de pessoas que estejam preparadas para interagir, contribuir e evoluir ali dentro. Para isso é necessário que eles tragam sua bagagem pessoal e demonstrem atitude colaborativa", adianta o especialista.


1. Seja conectado. Use as redes sociais ao seu favor. Atualize frequentemente seu perfil profissional para deixar claro quais são suas áreas de interesse, seus conhecimentos e até atividades extracurriculares como esporte, vida cultural e lazer.

2. Esteja antenado. Acompanhe os noticiários para desenvolver um espírito crítico em relação aos fatos. Quanto mais você souber, mais à vontade você estará para conversar e contribuir com seus chefes e colegas de trabalho.

3. Conheça e selecione a empresa onde você gostaria de trabalhar. Se ela vai te escolher, você precisa tomar essa decisão antes. É recomendado selecionar somente empresas com as quais você se identifica para se candidatar, ao invés de disparar currículo sem critérios de identificação.

4. Mantenha coerência na sua vida real e virtual. Mais cedo ou mais tarde, mentiras são descobertas. Não coloque no seu perfil qualidades que você não tem. Além de expor seu despreparo, as mentiras criam situações que você não pode resolver.



5. Fique preparado para aprender e colaborar. Um bom estágio abre muitas portas, especialmente quando você mostra que tem opinião, conhecimento e vontade de crescer na profissão. Quanto mais colaborativo for o estagiário, maiores serão as chances dele se tornar um ótimo funcionário.

6. Demonstre motivação. Criar um blog, uma comunidade ou mesmo um site com assuntos relacionados à sua carreira indica que você tem iniciativa, criatividade e está comprometido com o seu futuro contexto profissional.

7. Crie seu diferencial e deixe o mercado saber disso. Cursos de idiomas, de gestão e aprendizados voltados à área corporativa são sempre bem vistos pelos selecionadores de Recursos Humanos.

Mercado de trabalho exige Ensino Médio e postura adequada dos jovens que buscam o primeiro emprego !

Estudos lançados recentemente (veja reportagem completa) têm comprovado de fato a importância de se investir na educação e, principalmente, completar o Ensino Médio para ingressar no mercado de trabalho de forma qualificada. Os dados dizem ainda que, quanto mais cedo for a inserção do jovem, maior é o risco do sub-emprego, o que dificultará depois a sua ascensão profissional.
Mas, esse cenário não fica apenas nos números e tabelas de pesquisas. Este é sim o panorama observado na prática. Portanto, quem está em busca de um emprego precisa ficar atento ao que o mercado está exigindo. Ter mais de 18 anos e Ensino Médio completo já não são mais diferenciais, mas sim ponto de partida para a procura de um posto de trabalho, segundo a opinião de consultoras ouvidas pelo Portal Busca Jovem.

"O mercado, em geral, entende que o jovem que ainda está cursando o Ensino Médio é um estudante que não está pronto para assumir uma posição profissional. Para as empresas, o jovem tem que usar o seu tempo para estudar, aprimorar-se, aprender, adquirir mais conhecimentos. Esse tempo de estudos, com a dedicação necessária, é importante, pois o mercado exige certas habilidades, que, para serem desenvolvidas, requerem uma base, sem a qual o jovem não vai adquirir outras competências. Para ingressar num mercado de trabalho competitivo, que exige resultados, ele precisa desse amadurecimento, com o qual terá mais chances de crescimento e de se sustentar dentro destas estruturas empresariais", destaca Cristina Simões, diretora de Desenvolvimento e Qualidade da Id Consulting, consultoria que trabalha com uma média mensal de aproximadamente 600 vagas/mês voltadas para jovens, em três perfis: primeiro emprego, callcenter e trainee.

Cristina destaca que, normalmente, as vagas disponíveis são preenchidas com certa rapidez. Mas, o que ocorre muitas vezes é a dificuldade de encontrar jovens candidatos que estejam preparados para ingressar no mercado. Com isso, eles acabam não passando nem pela triagem inicial. "Eles são barradas logo nos requisitos mínimos exigidos, que são: bom português, postura, paciência, disciplina e até a atitude de saber perguntar, conversar e criticar", aponta a consultora. Pela falta desses requisitos, é comum acontecer, segundo a Id Consulting, um recrutamento de 20 candidatos para conseguir preencher somente uma vaga.

O jovem passa por diversas fases durante o processo seletivo. A primeira etapa é o envio de currículos para a consultoria. Quando há o interesse pelo candidato, a consultoria o convida a vir ao local de seleção, onde preenche uma ficha e faz uma entrevista de triagem. É nessa entrevista que são observados os requisitos mínimos apontados por Cristina, além do grau de escolaridade, documentação, entre outros itens. Na terceira etapa, são aplicados testes práticos, como provas de português, matemática, informática, de atenção concentrada e redação. Depois, os candidatos participam de mais uma entrevista de competência, ou seja, o entrevistador busca entender como o candidato consegue aplicar aquele conhecimento que ele diz ter. Ao passar por esta fase, o jovem participa então de uma dinâmica de grupo, que visa checar suas habilidades sociais e comportamentais, como trabalho em grupo, iniciativa, capacidade de negociação, colaboração etc. A partir daí, a consultoria então direciona o jovem para a empresa empregadora.

Ou seja, para se destacar num processo seletivo, o jovem precisa estar atento a uma série de recomendações comportamentais, além de estar preparado para mostrar o domínio da língua escrita e falada e o raciocínio lógico. Em alguns casos, outros requisitos também são exigidos pelas empresas.

As dicas para os jovens não se limitam apenas ao ingresso no mercado de trabalho. Conseguir manter-se no emprego e ainda crescer profissionalmente também exige muita dedicação e uma postura adequada. Envolvimento, comprometimento, iniciativa, disciplina, organização e geração de resultados devem fazer parte do dia-a-dia. "Se o jovem colocar tudo isso em prática, as chances serão dobradas não só no sentido de conseguir emprego, mas de crescer dentro das organizações", reforça a diretora da Id, lembrando que muitas empresas buscam justamente novos talentos.