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    Juventude em Busca De Atitude :)

Jovens profissionais: como mostrar seriedade, apesar da pouca idade?

"As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas", afirma especialista

Normalmente, juventude está associada à falta de experiência. Em decorrência disso, profissionais que acabam de entrar no mercado de trabalho enfrentam diversos problemas relacionados à postura profissional. No entanto, apesar da pouca idade, é possível, sim, mostrar seriedade, bastando estar atendo a alguns elementos comportamentais.
Especialistas de carreiras lembram algumas das principais falhas cometidas pelos jovens dentro das organizações, sendo elas, atrasos, faltas sem aviso ou justificativas, falta de comprometimento, problemas de relacionamento, inflexibilidade, entre outras. A lista, no entanto, não para por ai e tais condutas podem custar o emprego do jovem.

A coach de carreira e professora de psicologia organizacional na Veris IBTA, Claudia Carraro, explica que esses comportamentos comprometem muito a imagem do profissional. Logo, se o objetivo for se apresentar como um profissional sério e que pode ser cotado para uma promoção, é preciso ter cuidados nesses pontos.

Mudando de emprego
Outro elemento que é visto de forma negativa é ter curtas experiências profissionais em várias empresas. Do ponto de vista do selecionador, Claudia explica que o objetivo é encontrar um candidato que preencha a vaga em questão e que vá ficar um longo período na empresa. Assim, se constarem no currículo do candidato passagens por várias empresas, mas com períodos inferiores a seis meses, ele poderá ser avaliado como instável.

Claudia ressalta que a troca de emprego deve ser feita com muito critério e não baseada apenas em aumentos salariais, por exemplo. Se o profissional estiver considerando mudar de emprego, pois acredita que terá mais oportunidades na nova posição ou porque o novo cargo está mais coerente com seu plano de carreia, ele tem justificativas plausíveis para a mudança. Caso contrário, é aconselhável permanecer pelo menos um ano no emprego.

Na prática, as empresas querem profissionais em que possam investir. Portanto, o selecionador vai buscar um candidato que passe segurança nesse sentido, ou seja, que esteja interessado em ficar na empresa. De acordo com Claudia, isso fica claro quando os candidatos são questionados, no momento da seleção, sobre por que mudaram de emprego com frequência.

Não espere ninguém pedir
Além de saber se relacionar, mostrar comprometimento e respeitar a hierarquia e ser pró-ativo vão contribuir de forma determinante para formar uma imagem de profissional sério. A dica é sempre tentar solucionar os problemas que surgirem e se envolver nos projetos. Isso mostra que o indivíduo quer estar ali. “As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas”, afirma Claudia.

Assim, apesar da pouca idade, mostrar-se um profissional pró-ativo, trabalhando e apresentando resultados, sem que seus superiores peçam, vai mostrar que o indivíduo veste a camisa da empresa, além de saber o que quer e aonde quer chegar.

Por fim, vale lembrar que promoções levam tempo. Uma das grandes características da geração Y, dos nascidos a partir de 1978, é a falta de paciência no desenvolvimento da carreira. Muitos, após um feedback positivo, já querem reivindicar aumento salarial ou cargos mais elevados. No entanto, pontua Cláudia, “não é assim que funciona”. A impaciência é algo que prejudica a imagem, mostrando, sobretudo, falta de maturidade.
A consultora de RH da Catho Online, Daniella Correa, lista algumas dicas que ajudam os jovens a firmar uma postura séria, lembrando que “essa conquista não será da noite para o dia e sim conforme os seus gestores e colegas de trabalho forem conhecendo e confiando no seu trabalho”.

■conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa;
■entender como funciona um ambiente corporativo;
■perguntar em caso de dificuldades e trocar ideias;
■desenvolver suas habilidades;
■aplicar seus conhecimentos teóricos;
■adaptar-se à rotina empresarial;
■conhecer os processos da organização;
■demonstrar agilidade em suas tarefas, mantendo sempre a qualidade;
■ser pró-ativo;
■cumprir seus compromissos sempre no prazo determinado

Fonte : http://www.administradores.com.br

Panamericano fecha 2011 com lucro de R$ 67 milhões

No 4º trimestre, lucro líquido alcançou 13,6 milhões.
Carteira total de crédito fechou o trimestre em R$ 10,8 bilhões.
O Panamericano apresentou lucro líquido de R$ 13,6 milhões no quarto trimestre de 2011, ante R$ 2,8 milhões no trimestre anterior, equivalente a um crescimento de 385% na comparação trimestral. O lucro líquido acumulado em 2011 foi de R$ 67 milhões. Os números são das demonstrações financeiras de 2011,ligadas nesta segunda-feira (13) à noite.
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Não é possível fazer a comparação anual dos números do banco por causa das fraudes contábeis descobertas em 2010, que levaram o banco a um rombo de R$ 4,3 bilhões em seu patrimônio. As notas explicativas das demonstrações lembram que os números divulgados antes de 9 de novembro de 2010, data em que a nova administração do banco tomou posse, não são confiáveis.
A carteira total de crédito do PanAmericano encerrou o quarto trimestre do ano passado em R$ 10,8 bilhões, leve avanço em comparação aos R$ 10,5 bilhões de setembro 2010 e um recuo em relação aos R$ 13,3 bilhões de dezembro de 2010. O crédito para pessoas físicas correspondia a 90,5% da carteira total do banco no fechamento de 2011.
O principal mercado de atuação do banco continuou sendo o de financiamento de veículos. Foi concedido R$ 1,147 bilhão em novos empréstimos no quarto trimestre, incluindo as operações de arrendamento mercantil, um leve recuo em relação ao R$ 1,199 bilhão concedido no trimestre imediatamente anterior.
Em 31 de dezembro, o patrimônio líquido consolidado do banco era de R$ 1,227 bilhão e o Índice de Basiléia (mede a alavancagem entre patrimônio e ativos) era de 10,18%. O limite mínimo definido pelo Banco Central é de 11%. Se considerado o aumento de capital de R$ 971,5 milhões realizado em janeiro deste ano pelos acionistas majoritários (BTG Pactual e Caixa Econômica Federal), o patrimônio líquido seria de R$ 2,198 bilhões e o Índice de Basiléia subiria para 15,14%, segundo exercício das demonstrações financeiras.
A margem operacional do PanAmericano fechou negativa em R$ 233,2 milhões. No exercício considerando o aumento de capital, o valor da margem seria positivo em R$ 319,6 milhões.
Uma boa gestão,transparente, faz a diferença !