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    Juventude em Busca De Atitude :)
Os (ótimos) motivos do Yahoo! para comprar o Summly De olho no mercado de plataformas móveis e no público jovem, Yahoo! adota Nick D'Aloisio, de apenas 17 anos, e seu aplicativo Summly São Paulo – As aquisições no mundo da tecnologia parecem acontecer como em um passe de mágica. É o que parece ter acontecido com o Summly, aplicativo agregador de notícias para plataformas móveis, recém-adquirido pelo Yahoo! por 60 milhões de dólares Possivelmente, o principal ativo adquirido pelo Yahoo!, no entanto, não foi o Summly, mas o jovem Nick D’Aloisio, de apenas 17 anos. A estratégia já vinha sendo anunciada pela presidente da empresa, Marissa Mayer, que afirmou estar interessada nas chamadas acqui-hires, termo que vem sendo utilizado pelo mercado para aquisições onde os cérebros absorvidos são tão ou mais importantes que o produto em si. Rodrigo Borges, vice-presidente e fundador da Buscapé Company, ressalta, no entanto, que o valor da operação teria sido menor caso esse fosse o único interesse do Yahoo! na plataforma de D’Aloisio. “O Yahoo! tem buscado alternativas e o Summly mostrou que consegue ganhar esse mercado e atrair muito viralmente”, diz. Mais que isso, o aplicativo vem reforçar a estratégia de Marissa de atuar fortemente nas plataformas móveis – em especial os celulares. “Nesse caso, a aquisição do Summly apresenta também um ganho de participação de mercado”, afirma Borges. A chegada do jovem empreendedor pode ser bastante frutífera para esta meta do Yahoo! no mercado de plataformas móveis. Borges entende que tanto a visão de mercado quanto a figura de D’Aloisio pode colocar a empresa de Mayer em vantagem. “Pelo resultado que ele mostrou, na minha percepção, o Yahoo! pode colocá-lo para trabalhar em todas as frentes mobile.” A idade também ajuda. Aos 17 anos, D’Aloisio é empreendedor e público-alvo da marca. “Existe uma quebra de paradigma entre empresas de internet e empresas de plataformas móveis”, diz. “Essa geração de adolescentes usa mais os celulares que o computador propriamente.”

As pressões sobre os jovens hoje !

A ADOLESCÊNCIA pode ser um período muito agitado da vida, mesmo sob as circunstâncias mais favoráveis. Na puberdade, os jovens são tomados por novos sentimentos e sensações. Sofrem pressões diárias dos professores e colegas. A televisão, os filmes, a indústria fonográfica e a internet exercem uma influência implacável sobre eles. Um relatório da ONU descreve a adolescência como “um período de transição normalmente caracterizado pelo estresse e ansiedade”.
Infelizmente, os jovens quase sempre não têm experiência para lidar com o estresse e a ansiedade de maneira positiva. (Provérbios 1:4) Sem a devida orientação, eles podem facilmente adotar formas de comportamento destrutivo. Por exemplo, o relatório da ONU diz: “Pesquisas mostram que o uso de drogas começa quase sempre na adolescência ou no início da vida adulta.” Pode-se dizer o mesmo de outras formas de mau comportamento, como violência e relações sexuais promíscuas. Os pais que presumem que essas coisas acontecem apenas com “os pobres” ou determinadas etnias muitas vezes estão totalmente enganados. Os problemas que os jovens enfrentam hoje transpõem barreiras econômicas, sociais e raciais. “Se você acha que ‘delinqüente juvenil’ é aquele rapaz de 17 anos que pertence a um grupo minoritário dum bairro pobre e cuja mãe é de baixa classe social que recebe ajuda financeira do governo, com certeza você não está a par das últimas tendências sociais”, diz o escritor Scott Walter. “Hoje em dia, o jovem problemático pode ser branco, viver numa casa de classe média ou média-alta, ter menos (bem menos) de 16 anos e, não raro, ser do sexo feminino.”
Por que tantos jovens correm perigo? Será que os de gerações passadas não tinham também desafios e tentações? Sim, tinham. Mas vivemos numa época que a Bíblia descreve como “tempos críticos, difíceis de manejar”. (2 Timóteo 3:1-5) Os jovens passam por situações e sofrem pressões que são únicas neste tempo em que vivemos. Analisemos algumas delas.

Campanha contra a Copa do Mundo no Brasil mobiliza internautas no Facebook

Na rede social do Administradores, o post do debate rendeu mais de 65 mil compartilhamentos. Existe uma campanha que está dando o que falar nas redes sociais, principalmente no Facebook. Com a temática "Nós não precisamos de Copa do Mundo", milhares de internautas se mobilizaram em um debate sobre as vantagens e prejuízos do Brasil sediar a maior competição de futebol do planeta. O Administradores.com postou no último dia 23 de julho a imagem em seu Facebook oficial e perguntou a opinião sobre essa campanha. A dimensão do debate foi tanta que mais de 65 mil compartilhamentos já foram feitos e 730 internautas responderam o questionamento. A imagem com a frase "Nós não precisamos de Copa do Mundo" dividiu opiniões. Para a internauta Jaciara Oliveira, esse investimento nos estádios poderia ser melhor distribuído. "Ao invés de investir tanto dinheiro nessa tal de Copa, porque não fazer mais crianças felizes? E a saúde no Brasil que está um caos? Porque eles (políticos) não veem isso? Aliás, talvez até vejam, mas fazem pouco caso dos mais necessitados", questiona. A opinião também é compartilhada pela Claudia Conceição. "Como administradora me sinto envergonhada com tanto desperdício de dinheiro sendo investidos em eventos que não temos estrutura para receber. Enquanto o que é prioridade como saúde e segurança torna-se um caus", afirma Claudia.
No entanto, existem aqueles que defendam a competição. Para Elaine Soares, há benefícios que virão para o Brasil. "Isso vai estar aquecendo a economia do país. Sem falar na geração de empregos e a melhoria de infraestrutura das cidades e nos transportes e dentre outros", afirma. Andre Almeida destaca que é preciso ver os dois lados antes de criticar. "Essa é uma questão muito delicada. Precisamos analisar os dois lados da moeda. Se por um lado o país precisa de investimento na saúde, educação, entre outros por outro, o investimento em uma Copa gera renda e milhares de empregos diretos e indiretos". E você, qual é a sua opinião sobre o tema? Você é a favor ou contra a afirmação: "Nós não precisamos de Copa do Mundo"? Deixe seu comentário abaixo.

Veja mentiras comuns em currículos e como elas são descobertas !!

Candidatos costumam mentir sobre formação, cursos e experiência. Especialistas dizem que existem métodos para descobrir falsas informações .
Informações falsas ou exageradas nos currículos são prejudiciais tanto para o candidato, que acaba sendo desmascarado e eliminado da seleção, como para as empresas, pois tornam os processos seletivos mais demorados e mais caros. Recrutadores ouvidos pelo G1 dizem é possível detectar as mentiras na entrevista ou no momento de checar as informações com as referências apresentadas pelo candidato. O hábito de maquiar qualificações para conseguir uma colocação no mercado de trabalho pode custar até mesmo cargos de alto escalão, como ocorreu no grupo americano Yahoo. No último domingo (13), a empresa comunicou a saída do diretor geral Scott Thompson, após ele ter sido acusado por um dos principais acionistas do grupo de ter incluindo entre as informações um falso diploma em ciências da computação.
“Já aconteceu de buscarmos um profissional com inglês fluente e na hora que ele precisou fazer uma entrevista no idioma por telefone com alguém da matriz da empresa não conseguiu se comunicar minimamente. Isso é constrangedor tanto para o entrevistador quanto para o próprio candidato”, afirma Renato Grinberg, diretor-geral da Trabalhando.com e autor do livro “A estratégia do olho de tigre”. Segundo ele, mentir pode trazer problemas graves para o entrevistado. “Em alguns casos um recrutador pode aprovar um candidato que não tenha todas as qualificações exigidas para a vaga com a ideia de que ele possa desenvolver tal habilidade. Porém, se descobrir uma mentira, esse candidato será não só eliminado do processo seletivo em questão, mas de qualquer outro processo daquela empresa”, explica.
De acordo com pesquisa realizada pela Trabalhando.com, as mentiras que os candidatos mais contam se referem aos seguintes assuntos, em ordem decrescente de importância: formação acadêmica, fluência em idioma estrangeiro, falsa experiência na área em que deseja atuar, acréscimo de atribuições no cargo anterior, últimos cargos supervalorizados, salário anterior, maior tempo de permanência na antiga empresa, curso de informática, participação inexistente em trabalhos voluntários, garantia de mobilidade e flexibilidade, estado civil e idade. saiba mais Os outros pontos nos quais os candidatos mais exageram são o conhecimento de línguas (46%) e as razões de deixar o trabalho atual/antigo (42%). Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que o primeiro ponto de atenção dos executivos ao receber um currículo recai sobre a experiência profissional (36%), seguido das qualificações profissionais (29%). Veja o ranking das mentiras mais comuns e como elas podem ser desmascaradas 1 - Idiomas Alguns profissionais entendem que colocar a língua estrangeira no currículo é essencial para serem chamados para a entrevista. Mas um simples teste oral na hora da entrevista ou logo nos primeiros meses após ser contratado revelam a mentira. 2- Cursos Profissionais citam cursos que foram realizados dentro da empresa onde trabalhavam, porém, ao buscar evidências, seja através de certificados ou entrando em contato diretamente com a empresa citada, nota-se que não foi bem assim. 3- Formação É comum a colocação de títulos de graduação ou pós-graduação concluídos, quando na verdade os cursos ainda estão sendo realizados ou foram trancados. O que não é muito comum, mas também ocorre, é a falsificação de títulos e certificações. Ao checar as informações com as instituições de ensino, constata-se a mentira. 4- Competências Muitos profissionais supervalorizam qualidades e atribuições como “coordenei e gerenciei recursos e fornecedores”, mas na verdade participavam apenas como convidados ou ouvintes. Um telefonema para a antiga empresa revela que não é verdade. 5- Período em que trabalhou para a empresa É unânime entre recrutadores olhar quanto tempo um profissional permaneceu em uma determinada empresa para saber se trata-se de um profissional problemático ou assediado por outras empresas, seja por maiores salários ou novos desafios. No ponto de vista dos profissionais, mentir sobre o tempo que dedicou a uma única empresa é sinônimo de estabilidade, logo, pode ser visto como uma pessoa não problemática. Mas isso pode ser checado com a antiga empresa. 6- Motivos de saída da empresa Para o recrutador, conhecer o motivo pelo qual um profissional saiu da empresa é relevante para entender os objetivos e personalidade do candidato. O que geralmente acontece é o profissional ter sido demitido, e na entrevista, diz que saiu por livre e espontânea vontade. Mas isso pode ser checado com a antiga empresa por meio de um telefonema. 7- Salários "Vou jogar o valor para cima para cair na hora da negociação". Os profissionais precisam entender que o currículo é cronológico e leva consigo o histórico da vida profissional, não adianta mentir sobre o quanto ganhava na empresa anterior se o salário não constar em carteira. Os recrutadores entram em contato com o RH que o contratou anteriormente. 8- Referências Referências são utilizadas para checar a veracidade das competências que estão no currículo. Mas geralmente essas referências são amigos de trabalho ou parentes, o que enfraquece como prova, pois pode ter sido previamente combinado. As empresas podem entrar em contato com o setor de recursos humanos da empresa antiga ou pesquisar referências em sites de carreira como o LinkedIn. 9- Endereço Algumas empresas têm preferência por regionalizar seus profissionais para reduzir custos. Sabendo disso, alguns profissionais adquirem serviços em casa de amigos e parentes para obter um comprovante de endereço que seja aceito pela empresa. Mas a mentira pode vir à tona após a contratação do empregado e causar sua demissão. 10- Idade, filhos e estado civil Os profissionais entendem que algumas empresas com cargos que demandam viagens nacionais e internacionais preferem e priorizam certos tipos de perfil. Mas documentos pessoais podem desmentir as informações fornecidas. Fonte: Currículo Autêntico Ana Guimarães, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half, diz que o entrevistador não desconfia de tudo que é falado durante a entrevista, mas os exageros e as mentiras podem ser flagrados nas respostas dos candidatos. “Se perguntamos a carteira de clientes e a pessoa não sabe dizer, algum problema tem, se fala que é um bom líder e não sabe dar exemplos de ações estratégicas, dificilmente ele seria um bom gestor, se a vaga exige inglês e ele não sabe desenvolver uma conversa no idioma, já sabemos que não é fluente”, exemplifica. De acordo com ela, dependendo da vaga a ser preenchida, os exageros e as mentiras descobertos na entrevista costumam eliminar os candidatos tanto quanto a falta de qualificação. “Os exageros são fatores cruciais na eliminação do candidato. Querer se vender demais, dizer que faz e acontece causam desconforto na entrevista. E tudo é checado. Além disso, o corpo fala, dá para perceber a mentira pela tensão, movimentação maior na cadeira, a postura, as mãos inquietas. A pessoa que não tem nada para esconder conta tudo de forma espontânea”, afirma. Ela diz que não há nenhum tipo de exclusão pelo currículo. “Nós olhamos principalmente a formação acadêmica, a experiência e o tempo de estabilidade nas empresas”, diz. Segundo ela, se o currículo mostra que o candidato pulou muito de uma empresa para outra em pouco espaço de tempo “acende a luz amarela”. “Aí na entrevista vamos verificar o motivo de transição entre as empresas e pedimos referências para comprovar as informações repassadas”, diz. Ana afirma que é possível ainda verificar a veracidade de cursos realizados pelo tempo de duração e também pela idade do candidato, por exemplo. “Vale mais colocar no currículo uma pós-graduação ou um MBA bem feitos do que 10 cursos que não agregam muito. Tem que deixar o currículo com qualidade”, diz Ana. Soluções recomendadas Renato Grinberg orienta que o candidato deve buscar suprir a deficiência que ele julgou ter em seu currículo em vez de mentir. “Imagine que as vagas para as quais você concorre requeiram inglês fluente, mas você só sabe o básico. Colocar no currículo que possui conhecimento avançado não é uma boa ideia, pois será desmascarado facilmente pelo entrevistador. Você não poderá colocar essa falsa informação a vida inteira, então encare isso como uma oportunidade que bate à sua porta. Faça o curso e dedique-se”, diz. Outra dica de Grinberg é ressaltar os pontos mais relevantes no currículo, adaptando-o para cada vaga. Caso o emprego seja para vendas, por exemplo, e a maior qualidade seja relacionamento interpessoal ou habilidade de persuasão, essa é a primeira coisa que deve ser destacada no resumo profissional, abaixo dos dados pessoais. “Mesmo que não tenha experiência, deixe claro que tem força de vontade e capacidade para tal”. Segundo ele, se o candidato achar que a pós-graduação é mais relevante para o cargo do que a experiência em outra área, o curso deve vir primeiro, após o tópico formação profissional.

Fundação americana paga US$ 1.000 por uma boa ideia !

Já imaginou ganhar US$ 1.000 por uma boa ideia? A Awesome Foundation (fundação sensacional, em tradução livre do inglês), clube de investidores criado em Boston (EUA), há dois anos financia projetos inusitados sem pedir nada em troca. Qualquer pessoa com uma boa ideia, mas sem o dinheiro para tirá-la do papel, pode se inscrever no site da fundação [www.awesomefoundation.org]. Todo final de mês uma ideia é escolhida, e o autor recebe o dinheiro. Os juízes são os dez sócios-investidores da fundação, que desembolsam US$ 100 cada um, todos os meses, para financiar os projetos. O grupo é formado por empresários, artistas e pesquisadores interessados em bancar ideias inovadoras e divertidas que melhorem a vida das pessoas ou, simplesmente, chamem a atenção. Entre os projetos financiados está o de uma arquiteta que construiu uma rede de balanço coletiva, com 10 metros e capacidade para 20 pessoas, para ser colocada em espaços públicos. O mais recente é o de um designer francês que cria constelações em locais onde a poluição dificulta ver as estrelas do céu, soltando balões com estrelas artificiais feitas com LEDs.
Os patrocínios maiores são para projetos locais. Mas é possível se candidatar pelo site para começar uma filial da Awesome Foundation. Já são 21 em seis países. Fique Atento !

Carreira profissional e seus desafios !


O profissional moderno só se torna mais forte à medida que enfrenta novos desafios a cada dia nas mais diversas situações.

Sempre é bom lembrar que para ser bem sucedido em qualquer profissão é necessário que a pessoa
•Comunique-se com eficiência.
•Saiba lidar com conflitos internos e externos.
•Tenha metas bem definidas.
•Relacione-se com inteligência.
•Aprenda algo novo todos os dias.
•Pratique o marketing pessoal com eficiência
O profissional que no seu dia-a-dia já pratica as dicas citadas acima, já tem um potencial a mais do que aqueles que não praticam.

Mas só isso não é tudo. É preciso muito mais.

É necessário ter uma visão global de tudo que acontece ao seu redor, bem como estar o tempo todo antenado com o que acontece com a sua profissão e/ou seu ramo de negócio.

Sempre é importante lembrar que as pessoas munidas de informação – aquelas que lêem com freqüência, participam de cursos, seminários e de eventos sociais – estão muito à frente daquelas que estão paradas no tempo e no espaço sem se darem conta que tudo neste mundo globalizado está acontecendo rápido demais e o profissional que tiver curiosidade e disposição para estar sempre aprendendo coisas novas terá muito mais chance de progredir na sua carreira profissional.

E você, o que pretende fazer de diferente em 2012 para que sua carreira profissional possa brilhar ainda mais?
Pense nisso com muito carinho.
Boas vibrações para você.

Eugênio Sales Queiroz
eugeniosales@terra.com.br
Ministra palestras e treinamentos motivacionais nas áreas de vendas, motivação e liderança, marketing e profissionalismo. Especialista em Comportamento Humano. Tem seis livros lançados e é editor da Revista Profissionalismo & Sucesso.

Entrevista de emprego: como falar de questões pessoais e da saúde?

Segundo consultora, candidato só deve falar sobre questões relacionadas à sua trajetória profissional, mas sem se alongar.

Em uma entrevista de emprego, os profissionais são questionados sobre todas as esferas de sua vida. Os entrevistadores querem saber da experiência anterior, da formação, dos hobbies, dos interesses pessoais, da vida familiar e da saúde. Nesses últimos dois itens, porém, é preciso cautela na resposta.

Apesar de ter quase certeza de que terá de falar sobre sua vida pessoal durante a entrevista, nem todos os candidatos sabem como tratar desse assunto. Para ajudar os profissionais nessa questão, contamos com a ajuda da consultora da DMRH, Maria Luiza Toledo.

A consultora diz que as perguntas sobre a vida pessoal são feitas para tentar construir o perfil profissional do candidato. “A vida pessoal faz parte do processo de formação do profissional”, diz Maria. Pois bem, se as perguntas são feitas com esse objetivo, o melhor caminho é sempre vincular tudo o que você irá falar que esteja relacionado com sua vida pessoal à sua vida profissional.
Na prática, se sua relação com seu pai for péssima, você só deverá citar isso se o motivo desse problema for de cunho profissional. Por exemplo, se você teve um conflito com seu pai, pois trabalhava na empresa dele e decidiu sair para buscar outra oportunidade ou se o motivo da briga foi você ter decidido mudar de área profissional, vale a pena citar.
Sem se alongar

A lógica é simples: o entrevistador só está interessado nos elementos da sua vida pessoal que influenciaram de alguma forma a sua trajetória profissional. Mas as dicas não param por ai. Por mais que você fale de um problema pessoal que está relacionado à sua vida profissional, é importante não se estender nem aprofundar a questão.

Seja direto e objetivo. “O entrevistador não é um terapeuta”, diz Maria. Ele não quer saber como foi a discussão, quem falou mais alto ou até que ponto vocês chegaram. Saiba também que, se a questão pessoal que você estiver expondo tiver muita relevância na sua trajetória profissional, o entrevistador provavelmente fará mais perguntas, explorando mais o assunto.

“Uma vez tive um candidato que não falava com o pai. Ele afirmou que chegou a trabalhar na empresa em que o pai era o dono. Nesse caso a gente explora a questão, queremos saber o que aconteceu. Por que ele saiu da empresa, qual foi o problema. As respostas vão dando indícios de como é o perfil profissional do candidato”, afirma Maria.