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    Juventude em Busca De Atitude :)

As pressões sobre os jovens hoje !

A ADOLESCÊNCIA pode ser um período muito agitado da vida, mesmo sob as circunstâncias mais favoráveis. Na puberdade, os jovens são tomados por novos sentimentos e sensações. Sofrem pressões diárias dos professores e colegas. A televisão, os filmes, a indústria fonográfica e a internet exercem uma influência implacável sobre eles. Um relatório da ONU descreve a adolescência como “um período de transição normalmente caracterizado pelo estresse e ansiedade”.
Infelizmente, os jovens quase sempre não têm experiência para lidar com o estresse e a ansiedade de maneira positiva. (Provérbios 1:4) Sem a devida orientação, eles podem facilmente adotar formas de comportamento destrutivo. Por exemplo, o relatório da ONU diz: “Pesquisas mostram que o uso de drogas começa quase sempre na adolescência ou no início da vida adulta.” Pode-se dizer o mesmo de outras formas de mau comportamento, como violência e relações sexuais promíscuas. Os pais que presumem que essas coisas acontecem apenas com “os pobres” ou determinadas etnias muitas vezes estão totalmente enganados. Os problemas que os jovens enfrentam hoje transpõem barreiras econômicas, sociais e raciais. “Se você acha que ‘delinqüente juvenil’ é aquele rapaz de 17 anos que pertence a um grupo minoritário dum bairro pobre e cuja mãe é de baixa classe social que recebe ajuda financeira do governo, com certeza você não está a par das últimas tendências sociais”, diz o escritor Scott Walter. “Hoje em dia, o jovem problemático pode ser branco, viver numa casa de classe média ou média-alta, ter menos (bem menos) de 16 anos e, não raro, ser do sexo feminino.”
Por que tantos jovens correm perigo? Será que os de gerações passadas não tinham também desafios e tentações? Sim, tinham. Mas vivemos numa época que a Bíblia descreve como “tempos críticos, difíceis de manejar”. (2 Timóteo 3:1-5) Os jovens passam por situações e sofrem pressões que são únicas neste tempo em que vivemos. Analisemos algumas delas.

Campanha contra a Copa do Mundo no Brasil mobiliza internautas no Facebook

Na rede social do Administradores, o post do debate rendeu mais de 65 mil compartilhamentos. Existe uma campanha que está dando o que falar nas redes sociais, principalmente no Facebook. Com a temática "Nós não precisamos de Copa do Mundo", milhares de internautas se mobilizaram em um debate sobre as vantagens e prejuízos do Brasil sediar a maior competição de futebol do planeta. O Administradores.com postou no último dia 23 de julho a imagem em seu Facebook oficial e perguntou a opinião sobre essa campanha. A dimensão do debate foi tanta que mais de 65 mil compartilhamentos já foram feitos e 730 internautas responderam o questionamento. A imagem com a frase "Nós não precisamos de Copa do Mundo" dividiu opiniões. Para a internauta Jaciara Oliveira, esse investimento nos estádios poderia ser melhor distribuído. "Ao invés de investir tanto dinheiro nessa tal de Copa, porque não fazer mais crianças felizes? E a saúde no Brasil que está um caos? Porque eles (políticos) não veem isso? Aliás, talvez até vejam, mas fazem pouco caso dos mais necessitados", questiona. A opinião também é compartilhada pela Claudia Conceição. "Como administradora me sinto envergonhada com tanto desperdício de dinheiro sendo investidos em eventos que não temos estrutura para receber. Enquanto o que é prioridade como saúde e segurança torna-se um caus", afirma Claudia.
No entanto, existem aqueles que defendam a competição. Para Elaine Soares, há benefícios que virão para o Brasil. "Isso vai estar aquecendo a economia do país. Sem falar na geração de empregos e a melhoria de infraestrutura das cidades e nos transportes e dentre outros", afirma. Andre Almeida destaca que é preciso ver os dois lados antes de criticar. "Essa é uma questão muito delicada. Precisamos analisar os dois lados da moeda. Se por um lado o país precisa de investimento na saúde, educação, entre outros por outro, o investimento em uma Copa gera renda e milhares de empregos diretos e indiretos". E você, qual é a sua opinião sobre o tema? Você é a favor ou contra a afirmação: "Nós não precisamos de Copa do Mundo"? Deixe seu comentário abaixo.

Veja mentiras comuns em currículos e como elas são descobertas !!

Candidatos costumam mentir sobre formação, cursos e experiência. Especialistas dizem que existem métodos para descobrir falsas informações .
Informações falsas ou exageradas nos currículos são prejudiciais tanto para o candidato, que acaba sendo desmascarado e eliminado da seleção, como para as empresas, pois tornam os processos seletivos mais demorados e mais caros. Recrutadores ouvidos pelo G1 dizem é possível detectar as mentiras na entrevista ou no momento de checar as informações com as referências apresentadas pelo candidato. O hábito de maquiar qualificações para conseguir uma colocação no mercado de trabalho pode custar até mesmo cargos de alto escalão, como ocorreu no grupo americano Yahoo. No último domingo (13), a empresa comunicou a saída do diretor geral Scott Thompson, após ele ter sido acusado por um dos principais acionistas do grupo de ter incluindo entre as informações um falso diploma em ciências da computação.
“Já aconteceu de buscarmos um profissional com inglês fluente e na hora que ele precisou fazer uma entrevista no idioma por telefone com alguém da matriz da empresa não conseguiu se comunicar minimamente. Isso é constrangedor tanto para o entrevistador quanto para o próprio candidato”, afirma Renato Grinberg, diretor-geral da Trabalhando.com e autor do livro “A estratégia do olho de tigre”. Segundo ele, mentir pode trazer problemas graves para o entrevistado. “Em alguns casos um recrutador pode aprovar um candidato que não tenha todas as qualificações exigidas para a vaga com a ideia de que ele possa desenvolver tal habilidade. Porém, se descobrir uma mentira, esse candidato será não só eliminado do processo seletivo em questão, mas de qualquer outro processo daquela empresa”, explica.
De acordo com pesquisa realizada pela Trabalhando.com, as mentiras que os candidatos mais contam se referem aos seguintes assuntos, em ordem decrescente de importância: formação acadêmica, fluência em idioma estrangeiro, falsa experiência na área em que deseja atuar, acréscimo de atribuições no cargo anterior, últimos cargos supervalorizados, salário anterior, maior tempo de permanência na antiga empresa, curso de informática, participação inexistente em trabalhos voluntários, garantia de mobilidade e flexibilidade, estado civil e idade. saiba mais Os outros pontos nos quais os candidatos mais exageram são o conhecimento de línguas (46%) e as razões de deixar o trabalho atual/antigo (42%). Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que o primeiro ponto de atenção dos executivos ao receber um currículo recai sobre a experiência profissional (36%), seguido das qualificações profissionais (29%). Veja o ranking das mentiras mais comuns e como elas podem ser desmascaradas 1 - Idiomas Alguns profissionais entendem que colocar a língua estrangeira no currículo é essencial para serem chamados para a entrevista. Mas um simples teste oral na hora da entrevista ou logo nos primeiros meses após ser contratado revelam a mentira. 2- Cursos Profissionais citam cursos que foram realizados dentro da empresa onde trabalhavam, porém, ao buscar evidências, seja através de certificados ou entrando em contato diretamente com a empresa citada, nota-se que não foi bem assim. 3- Formação É comum a colocação de títulos de graduação ou pós-graduação concluídos, quando na verdade os cursos ainda estão sendo realizados ou foram trancados. O que não é muito comum, mas também ocorre, é a falsificação de títulos e certificações. Ao checar as informações com as instituições de ensino, constata-se a mentira. 4- Competências Muitos profissionais supervalorizam qualidades e atribuições como “coordenei e gerenciei recursos e fornecedores”, mas na verdade participavam apenas como convidados ou ouvintes. Um telefonema para a antiga empresa revela que não é verdade. 5- Período em que trabalhou para a empresa É unânime entre recrutadores olhar quanto tempo um profissional permaneceu em uma determinada empresa para saber se trata-se de um profissional problemático ou assediado por outras empresas, seja por maiores salários ou novos desafios. No ponto de vista dos profissionais, mentir sobre o tempo que dedicou a uma única empresa é sinônimo de estabilidade, logo, pode ser visto como uma pessoa não problemática. Mas isso pode ser checado com a antiga empresa. 6- Motivos de saída da empresa Para o recrutador, conhecer o motivo pelo qual um profissional saiu da empresa é relevante para entender os objetivos e personalidade do candidato. O que geralmente acontece é o profissional ter sido demitido, e na entrevista, diz que saiu por livre e espontânea vontade. Mas isso pode ser checado com a antiga empresa por meio de um telefonema. 7- Salários "Vou jogar o valor para cima para cair na hora da negociação". Os profissionais precisam entender que o currículo é cronológico e leva consigo o histórico da vida profissional, não adianta mentir sobre o quanto ganhava na empresa anterior se o salário não constar em carteira. Os recrutadores entram em contato com o RH que o contratou anteriormente. 8- Referências Referências são utilizadas para checar a veracidade das competências que estão no currículo. Mas geralmente essas referências são amigos de trabalho ou parentes, o que enfraquece como prova, pois pode ter sido previamente combinado. As empresas podem entrar em contato com o setor de recursos humanos da empresa antiga ou pesquisar referências em sites de carreira como o LinkedIn. 9- Endereço Algumas empresas têm preferência por regionalizar seus profissionais para reduzir custos. Sabendo disso, alguns profissionais adquirem serviços em casa de amigos e parentes para obter um comprovante de endereço que seja aceito pela empresa. Mas a mentira pode vir à tona após a contratação do empregado e causar sua demissão. 10- Idade, filhos e estado civil Os profissionais entendem que algumas empresas com cargos que demandam viagens nacionais e internacionais preferem e priorizam certos tipos de perfil. Mas documentos pessoais podem desmentir as informações fornecidas. Fonte: Currículo Autêntico Ana Guimarães, gerente da divisão de mercado financeiro da Robert Half, diz que o entrevistador não desconfia de tudo que é falado durante a entrevista, mas os exageros e as mentiras podem ser flagrados nas respostas dos candidatos. “Se perguntamos a carteira de clientes e a pessoa não sabe dizer, algum problema tem, se fala que é um bom líder e não sabe dar exemplos de ações estratégicas, dificilmente ele seria um bom gestor, se a vaga exige inglês e ele não sabe desenvolver uma conversa no idioma, já sabemos que não é fluente”, exemplifica. De acordo com ela, dependendo da vaga a ser preenchida, os exageros e as mentiras descobertos na entrevista costumam eliminar os candidatos tanto quanto a falta de qualificação. “Os exageros são fatores cruciais na eliminação do candidato. Querer se vender demais, dizer que faz e acontece causam desconforto na entrevista. E tudo é checado. Além disso, o corpo fala, dá para perceber a mentira pela tensão, movimentação maior na cadeira, a postura, as mãos inquietas. A pessoa que não tem nada para esconder conta tudo de forma espontânea”, afirma. Ela diz que não há nenhum tipo de exclusão pelo currículo. “Nós olhamos principalmente a formação acadêmica, a experiência e o tempo de estabilidade nas empresas”, diz. Segundo ela, se o currículo mostra que o candidato pulou muito de uma empresa para outra em pouco espaço de tempo “acende a luz amarela”. “Aí na entrevista vamos verificar o motivo de transição entre as empresas e pedimos referências para comprovar as informações repassadas”, diz. Ana afirma que é possível ainda verificar a veracidade de cursos realizados pelo tempo de duração e também pela idade do candidato, por exemplo. “Vale mais colocar no currículo uma pós-graduação ou um MBA bem feitos do que 10 cursos que não agregam muito. Tem que deixar o currículo com qualidade”, diz Ana. Soluções recomendadas Renato Grinberg orienta que o candidato deve buscar suprir a deficiência que ele julgou ter em seu currículo em vez de mentir. “Imagine que as vagas para as quais você concorre requeiram inglês fluente, mas você só sabe o básico. Colocar no currículo que possui conhecimento avançado não é uma boa ideia, pois será desmascarado facilmente pelo entrevistador. Você não poderá colocar essa falsa informação a vida inteira, então encare isso como uma oportunidade que bate à sua porta. Faça o curso e dedique-se”, diz. Outra dica de Grinberg é ressaltar os pontos mais relevantes no currículo, adaptando-o para cada vaga. Caso o emprego seja para vendas, por exemplo, e a maior qualidade seja relacionamento interpessoal ou habilidade de persuasão, essa é a primeira coisa que deve ser destacada no resumo profissional, abaixo dos dados pessoais. “Mesmo que não tenha experiência, deixe claro que tem força de vontade e capacidade para tal”. Segundo ele, se o candidato achar que a pós-graduação é mais relevante para o cargo do que a experiência em outra área, o curso deve vir primeiro, após o tópico formação profissional.

Fundação americana paga US$ 1.000 por uma boa ideia !

Já imaginou ganhar US$ 1.000 por uma boa ideia? A Awesome Foundation (fundação sensacional, em tradução livre do inglês), clube de investidores criado em Boston (EUA), há dois anos financia projetos inusitados sem pedir nada em troca. Qualquer pessoa com uma boa ideia, mas sem o dinheiro para tirá-la do papel, pode se inscrever no site da fundação [www.awesomefoundation.org]. Todo final de mês uma ideia é escolhida, e o autor recebe o dinheiro. Os juízes são os dez sócios-investidores da fundação, que desembolsam US$ 100 cada um, todos os meses, para financiar os projetos. O grupo é formado por empresários, artistas e pesquisadores interessados em bancar ideias inovadoras e divertidas que melhorem a vida das pessoas ou, simplesmente, chamem a atenção. Entre os projetos financiados está o de uma arquiteta que construiu uma rede de balanço coletiva, com 10 metros e capacidade para 20 pessoas, para ser colocada em espaços públicos. O mais recente é o de um designer francês que cria constelações em locais onde a poluição dificulta ver as estrelas do céu, soltando balões com estrelas artificiais feitas com LEDs.
Os patrocínios maiores são para projetos locais. Mas é possível se candidatar pelo site para começar uma filial da Awesome Foundation. Já são 21 em seis países. Fique Atento !

Carreira profissional e seus desafios !


O profissional moderno só se torna mais forte à medida que enfrenta novos desafios a cada dia nas mais diversas situações.

Sempre é bom lembrar que para ser bem sucedido em qualquer profissão é necessário que a pessoa
•Comunique-se com eficiência.
•Saiba lidar com conflitos internos e externos.
•Tenha metas bem definidas.
•Relacione-se com inteligência.
•Aprenda algo novo todos os dias.
•Pratique o marketing pessoal com eficiência
O profissional que no seu dia-a-dia já pratica as dicas citadas acima, já tem um potencial a mais do que aqueles que não praticam.

Mas só isso não é tudo. É preciso muito mais.

É necessário ter uma visão global de tudo que acontece ao seu redor, bem como estar o tempo todo antenado com o que acontece com a sua profissão e/ou seu ramo de negócio.

Sempre é importante lembrar que as pessoas munidas de informação – aquelas que lêem com freqüência, participam de cursos, seminários e de eventos sociais – estão muito à frente daquelas que estão paradas no tempo e no espaço sem se darem conta que tudo neste mundo globalizado está acontecendo rápido demais e o profissional que tiver curiosidade e disposição para estar sempre aprendendo coisas novas terá muito mais chance de progredir na sua carreira profissional.

E você, o que pretende fazer de diferente em 2012 para que sua carreira profissional possa brilhar ainda mais?
Pense nisso com muito carinho.
Boas vibrações para você.

Eugênio Sales Queiroz
eugeniosales@terra.com.br
Ministra palestras e treinamentos motivacionais nas áreas de vendas, motivação e liderança, marketing e profissionalismo. Especialista em Comportamento Humano. Tem seis livros lançados e é editor da Revista Profissionalismo & Sucesso.

Entrevista de emprego: como falar de questões pessoais e da saúde?

Segundo consultora, candidato só deve falar sobre questões relacionadas à sua trajetória profissional, mas sem se alongar.

Em uma entrevista de emprego, os profissionais são questionados sobre todas as esferas de sua vida. Os entrevistadores querem saber da experiência anterior, da formação, dos hobbies, dos interesses pessoais, da vida familiar e da saúde. Nesses últimos dois itens, porém, é preciso cautela na resposta.

Apesar de ter quase certeza de que terá de falar sobre sua vida pessoal durante a entrevista, nem todos os candidatos sabem como tratar desse assunto. Para ajudar os profissionais nessa questão, contamos com a ajuda da consultora da DMRH, Maria Luiza Toledo.

A consultora diz que as perguntas sobre a vida pessoal são feitas para tentar construir o perfil profissional do candidato. “A vida pessoal faz parte do processo de formação do profissional”, diz Maria. Pois bem, se as perguntas são feitas com esse objetivo, o melhor caminho é sempre vincular tudo o que você irá falar que esteja relacionado com sua vida pessoal à sua vida profissional.
Na prática, se sua relação com seu pai for péssima, você só deverá citar isso se o motivo desse problema for de cunho profissional. Por exemplo, se você teve um conflito com seu pai, pois trabalhava na empresa dele e decidiu sair para buscar outra oportunidade ou se o motivo da briga foi você ter decidido mudar de área profissional, vale a pena citar.
Sem se alongar

A lógica é simples: o entrevistador só está interessado nos elementos da sua vida pessoal que influenciaram de alguma forma a sua trajetória profissional. Mas as dicas não param por ai. Por mais que você fale de um problema pessoal que está relacionado à sua vida profissional, é importante não se estender nem aprofundar a questão.

Seja direto e objetivo. “O entrevistador não é um terapeuta”, diz Maria. Ele não quer saber como foi a discussão, quem falou mais alto ou até que ponto vocês chegaram. Saiba também que, se a questão pessoal que você estiver expondo tiver muita relevância na sua trajetória profissional, o entrevistador provavelmente fará mais perguntas, explorando mais o assunto.

“Uma vez tive um candidato que não falava com o pai. Ele afirmou que chegou a trabalhar na empresa em que o pai era o dono. Nesse caso a gente explora a questão, queremos saber o que aconteceu. Por que ele saiu da empresa, qual foi o problema. As respostas vão dando indícios de como é o perfil profissional do candidato”, afirma Maria.

Cartas a um Jovem Administrador: o Futuro Está na Administração

Sem nenhuma pretensão didática ou teórica, o professor Chiavenato traz neste Cartas a um jovem administrador reflexões sinceras sobre a arte de administrar e gerir, na tentativa de incentivar todos que se iniciam na profissão.

Sem nenhuma pretensão didática ou teórica, o professor Chiavenato traz neste Cartas a um jovem administrador reflexões sinceras sobre a arte de administrar e gerir, na tentativa de incentivar todos que se iniciam na profissão. Para ele, mais importante que conceito é o gesto de compartilhar experiências diversas sobre a moderna ciência da administração e o verdadeiro e significativo papel do administrador na atual gestão contemporânea.
Nenhum curso de administração vem com manual de instruções. Você estuda teoria, processos, prática, projetos, utiliza metodologia de casos, faz exercícios, leituras, discussões, simulações, testes, exames e toda uma incansável parafernália de provas de avaliação ao longo do tempo. No final, recebe um certificado de conclusão. Contudo, não recebe nenhuma listagem de providências a tomar no exercício da profissão.

E nem é o caso, porque cada caso é um caso. Cada situação precisa ser minuciosamente analisada e avaliada. Cada problema requer uma solução específica. Cada organização ou empresa exige um tipo adequado de intervenção ou condução. O administrador precisa conhecer o campo e tomar decisões para oferecer resultados. E esse é o encanto da administração.
Você precisa definir as regras para jogar o jogo da maneira como ele deve ser jogado. Os desdobramentos nem sempre são lineares ou previsíveis. A administração é uma ciência social, mas é também uma tecnologia e uma arte. É exatamente aqui que Chiavenato proporciona momentos de intensa reflexão e que esclarecem como o administrador deve decidir, agir e vencer na vida.
Este livro reúne diversas cartas escritas por Idalberto Chiavenato para aspirantes à carreira de administração e tem por objetivo ajudá-los a refletir sobre como podem ser bem-sucedidos em sua profissão. Chiavenato nos revela sua experiência e compartilha seu conhecimento, conta como se iniciou na administração e mostra o diferencial de um grande administrador.
Para Chiavenato, administrar significa criar condições ideais de solidariedade para que as pessoas possam se ajudar mutuamente e gerar valor e riqueza de modo eficiente e eficaz.

Jovens profissionais: como mostrar seriedade, apesar da pouca idade?

"As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas", afirma especialista

Normalmente, juventude está associada à falta de experiência. Em decorrência disso, profissionais que acabam de entrar no mercado de trabalho enfrentam diversos problemas relacionados à postura profissional. No entanto, apesar da pouca idade, é possível, sim, mostrar seriedade, bastando estar atendo a alguns elementos comportamentais.
Especialistas de carreiras lembram algumas das principais falhas cometidas pelos jovens dentro das organizações, sendo elas, atrasos, faltas sem aviso ou justificativas, falta de comprometimento, problemas de relacionamento, inflexibilidade, entre outras. A lista, no entanto, não para por ai e tais condutas podem custar o emprego do jovem.

A coach de carreira e professora de psicologia organizacional na Veris IBTA, Claudia Carraro, explica que esses comportamentos comprometem muito a imagem do profissional. Logo, se o objetivo for se apresentar como um profissional sério e que pode ser cotado para uma promoção, é preciso ter cuidados nesses pontos.

Mudando de emprego
Outro elemento que é visto de forma negativa é ter curtas experiências profissionais em várias empresas. Do ponto de vista do selecionador, Claudia explica que o objetivo é encontrar um candidato que preencha a vaga em questão e que vá ficar um longo período na empresa. Assim, se constarem no currículo do candidato passagens por várias empresas, mas com períodos inferiores a seis meses, ele poderá ser avaliado como instável.

Claudia ressalta que a troca de emprego deve ser feita com muito critério e não baseada apenas em aumentos salariais, por exemplo. Se o profissional estiver considerando mudar de emprego, pois acredita que terá mais oportunidades na nova posição ou porque o novo cargo está mais coerente com seu plano de carreia, ele tem justificativas plausíveis para a mudança. Caso contrário, é aconselhável permanecer pelo menos um ano no emprego.

Na prática, as empresas querem profissionais em que possam investir. Portanto, o selecionador vai buscar um candidato que passe segurança nesse sentido, ou seja, que esteja interessado em ficar na empresa. De acordo com Claudia, isso fica claro quando os candidatos são questionados, no momento da seleção, sobre por que mudaram de emprego com frequência.

Não espere ninguém pedir
Além de saber se relacionar, mostrar comprometimento e respeitar a hierarquia e ser pró-ativo vão contribuir de forma determinante para formar uma imagem de profissional sério. A dica é sempre tentar solucionar os problemas que surgirem e se envolver nos projetos. Isso mostra que o indivíduo quer estar ali. “As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas”, afirma Claudia.

Assim, apesar da pouca idade, mostrar-se um profissional pró-ativo, trabalhando e apresentando resultados, sem que seus superiores peçam, vai mostrar que o indivíduo veste a camisa da empresa, além de saber o que quer e aonde quer chegar.

Por fim, vale lembrar que promoções levam tempo. Uma das grandes características da geração Y, dos nascidos a partir de 1978, é a falta de paciência no desenvolvimento da carreira. Muitos, após um feedback positivo, já querem reivindicar aumento salarial ou cargos mais elevados. No entanto, pontua Cláudia, “não é assim que funciona”. A impaciência é algo que prejudica a imagem, mostrando, sobretudo, falta de maturidade.
A consultora de RH da Catho Online, Daniella Correa, lista algumas dicas que ajudam os jovens a firmar uma postura séria, lembrando que “essa conquista não será da noite para o dia e sim conforme os seus gestores e colegas de trabalho forem conhecendo e confiando no seu trabalho”.

■conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa;
■entender como funciona um ambiente corporativo;
■perguntar em caso de dificuldades e trocar ideias;
■desenvolver suas habilidades;
■aplicar seus conhecimentos teóricos;
■adaptar-se à rotina empresarial;
■conhecer os processos da organização;
■demonstrar agilidade em suas tarefas, mantendo sempre a qualidade;
■ser pró-ativo;
■cumprir seus compromissos sempre no prazo determinado

Fonte : http://www.administradores.com.br

Panamericano fecha 2011 com lucro de R$ 67 milhões

No 4º trimestre, lucro líquido alcançou 13,6 milhões.
Carteira total de crédito fechou o trimestre em R$ 10,8 bilhões.
O Panamericano apresentou lucro líquido de R$ 13,6 milhões no quarto trimestre de 2011, ante R$ 2,8 milhões no trimestre anterior, equivalente a um crescimento de 385% na comparação trimestral. O lucro líquido acumulado em 2011 foi de R$ 67 milhões. Os números são das demonstrações financeiras de 2011,ligadas nesta segunda-feira (13) à noite.
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Não é possível fazer a comparação anual dos números do banco por causa das fraudes contábeis descobertas em 2010, que levaram o banco a um rombo de R$ 4,3 bilhões em seu patrimônio. As notas explicativas das demonstrações lembram que os números divulgados antes de 9 de novembro de 2010, data em que a nova administração do banco tomou posse, não são confiáveis.
A carteira total de crédito do PanAmericano encerrou o quarto trimestre do ano passado em R$ 10,8 bilhões, leve avanço em comparação aos R$ 10,5 bilhões de setembro 2010 e um recuo em relação aos R$ 13,3 bilhões de dezembro de 2010. O crédito para pessoas físicas correspondia a 90,5% da carteira total do banco no fechamento de 2011.
O principal mercado de atuação do banco continuou sendo o de financiamento de veículos. Foi concedido R$ 1,147 bilhão em novos empréstimos no quarto trimestre, incluindo as operações de arrendamento mercantil, um leve recuo em relação ao R$ 1,199 bilhão concedido no trimestre imediatamente anterior.
Em 31 de dezembro, o patrimônio líquido consolidado do banco era de R$ 1,227 bilhão e o Índice de Basiléia (mede a alavancagem entre patrimônio e ativos) era de 10,18%. O limite mínimo definido pelo Banco Central é de 11%. Se considerado o aumento de capital de R$ 971,5 milhões realizado em janeiro deste ano pelos acionistas majoritários (BTG Pactual e Caixa Econômica Federal), o patrimônio líquido seria de R$ 2,198 bilhões e o Índice de Basiléia subiria para 15,14%, segundo exercício das demonstrações financeiras.
A margem operacional do PanAmericano fechou negativa em R$ 233,2 milhões. No exercício considerando o aumento de capital, o valor da margem seria positivo em R$ 319,6 milhões.
Uma boa gestão,transparente, faz a diferença !

O goleiro Marcos e seu exemplo para os todos ! Que bolaço de craque empresarial !

Apesar da repercussão do futebol, poucos jogadores atingem tamanha identidade com os torcedores
Como apreciador moderado, listo alguns atletas tais como Rogério Ceni, Dinamite, Zico e Pelé, cujos nomes se associam diretamente aos times com os quais atuam ou atuaram. Com a maior movimentação entre equipes, jogadores trocam de camisa diversas vezes, priorizando sua imagem, carreira e ganhos aos clubes que atuam.

Situação similar ocorre no mundo corporativo, tornando-se cada vez mais difícil encontrar pessoas que tenham dedicado sua vida a uma só empresa, seja pela maior oferta ou competitividade do mercado, o qual exige colaboradores cada vez mais bem preparados. Com base na história de Marcos e na nova realidade corporativa, classifiquei em quatro tipos os profissionais, assim como o legado deixado nas empresas.

O eterno: assim como o goleiro, são pessoas que marcaram a história da corporação, seja pela posição na qual atuaram, legado ou lealdade. Homenagens póstumas, tais como fotos em galerias, nomes em prédios, salas de reuniões, produtos, serviços, métodos e processos com seus nomes, são alguns exemplos. Preste atenção e procure saber um pouco sobre a biografia dos eternos em sua empresa. Talvez possam servir como fonte de motivação e inspiração.

O bem-lembrado: nem tão famosos quanto os anteriores, são lembrados enquanto permanecerem pessoas com as quais tenha trabalhado, seja dentro ou fora da empresa, tais como clientes e fornecedores. É comum ter seu nome citado em situações ou momentos de dificuldade, nos quais, sua presença e ação poderiam fazer a diferença. Muitas vezes, mantém contato com os ex-colegas e parceiros, não sendo raro retornarem a organização.

O não lembrado: diferentemente dos anteriores, sua ausência não é sentida nem no curto ou médio prazo. Seja pelo pouco tempo que permaneceram na cadeira ou ausência de resultados, são praticamente esquecidos pelas pessoas e organizações. As frases mais comuns são: quem ou não me lembro. Vale salientar que um profissional assim como um jogador, poderá estar em mais de uma categoria durante sua carreira.

O nem me fale: comum na política, no congresso e ultimamente na Esplanada dos Ministérios, é citado por fatos ou atitudes não memoráveis, tais como resultados muito abaixo do esperado, falta de ética ou confusões de qualquer espécie. Em geral demitidos por justa causa, acabam se tornando lembrados pelo que não deveriam ter feito. Até por esta razão seu nome quando citado, é feito em voz baixa.


Uma dica praticamente infalível é ser um profissional raro: cultivar relacionamentos, ter atitude positiva, trazer resultados e é claro, aproveitar e estar preparado para as oportunidades. Quanto à categoria "nem me fale", é melhor nem comentar

Empresa chinesa constrói arranha-céu de 30 andares em 15 dias ! Olha que logística !!!!

Pequim, 11 jan (EFE).- Uma construtora chinesa conseguiu erigir em apenas 360 horas (15 dias) um hotel pré-fabricado de 30 andares, dobrando com isso seu recorde anterior, quando construiu um edifício de 15 andares em seis dias, conta a empresa em seu site (www.broad.com).

O edifício foi terminado em 31 de dezembro e sua construção foi apresentada em um vídeo que mostra a câmera rápida do processo do primeiro ao último dia, imagens que em tiveram mais de 1 milhão de visitas em cinco dias no YouTube.

O hotel foi construído junto ao Lago Dongting, um dos maiores da China, na província de Hunan, e a firma o apresenta como um avanço ambiental, já que sua construção emprega menos materiais nocivos para a natureza (como cimento e concreto) e gera menos resíduos.

Alguns especialistas asseguraram que o novo hotel representa um marco que pode mudar o setor mundial da construção a longo prazo.

Embora um edifício construído em tão pouco tempo possa gerar dúvidas sobre sua estabilidade, seus autores asseguram que ele é capaz de suportar terremotos de até 9 graus de magnitude.

As lições de marketing de Michel Teló ! Bacana !!!

Se as pessoas se engajaram com o cantor, certamente existe algo interessante para ser observado nesse fenômeno. Mas o que é, de fato?

De Chico Buarque a Gaby Amarantos, de Geisy Arruda a Marisa Monte, de Bidu Sayão a Banda Calypso, passando por Saci Pererê, maracatu, carimbó e frevo, não há como negar que temos um vasto e rico código cultural. E marcas tiram proveito disso, estabelecendo uma simbiose mútua entre a imagem que o artista empresta para a marca e vice-versa. Assim como cowboy do mundo de Marlboro, Michel Teló representa, na capa da revista Época, um fenômeno como "Segura o Tchan", "Stefhany Absoluta" ou celebridades tipo Big Brother, sejam eles efêmeros ou não. Na Europa, hoje, Michel Teló também é sinônimo de Brasil, quer você queira ou não.

O fato em si não está na pessoa, mas no conceito que ela representa. Michel Teló não é mais uma pessoa, mas uma marca, plena de seus atributos, muito bem definidos, no imaginário popular. Ivete Sangalo, Xuxa, Luan Santana, Sandy & Junior... Todos são marcas. Assim como o ex-presidente Lula é uma marca dotada dos mais fortes atributos, que mantém, até hoje, bastante elevados os seus índices de consideração, preferência, recompra e fidelidade. E porque não dizer como o Brasil, que é uma marca que vem conquistando lugares bem mais ensolarados e de prestígio?
Michel Teló não faz pré-teste da sua música, mas é bastante comum fazermos pré-testes de filmes antes de serem veiculados na TV. A ideia é avaliar o material e saber se o consumidor vai gostar ou não. Não quero julgar a eficácia do pré-teste, mas acredito que mais do que uma peça publicitária criativa, as marcas precisam se apropriar de elementos que sejam relevantes para a audiência, e não necessariamente divertidos ou engraçados. Assim, uma ação publicitária será mais ou menos engajadora se os elementos que fizerem parte daquela comunicação forem mais ou menos pertinentes à realidade cultural das pessoas. Desse modo, apropriar-se de um código cultural é a chave para uma comunicação de marca bem-sucedida. E muita gente acaba fazendo isso por acaso, assim como provavelmente Michel Teló e Luisa Marilac fizeram (Pohannn!).
Mas, de fato, isso não é tarefa fácil ou tampouco deselegante, como diria Sandra Annenberg, especialmente para criativos acostumados ao glamour de Cannes e salas bem refrigeradas com paredes recobertas de pôsteres coloridos em endereços estilosos. Tudo muito bem distante do café da manhã regado a carne de bode do Recife ou do calor úmido dos trópicos amazonenses. O Brasil, meu caro leitor, é muito vasto para termos a pretensão de falar a mesma língua para todos os nossos povos. Por isso, defendo que marcas precisam de autonomia para adequar sua comunicação em função de sua cultura regional, porque relacionamentos são feitos localmente, por mais que a Globo pense o contrário!

Dizer que Michel Teló não faz parte e não representa também, neste momento, a cultura brasileira, é ser tão puritano quanto os católicos que queimaram bruxas há anos. Seja Gretchen, Legião Urbana ou Michel Teló, todos fazem parte do nosso código cultural. Ignorar isso é atestar a própria ignorância, bairrismo, regionalismo ou, pra ser mais direto, isso é puro preconceito! Posso não gostar de Michel Teló, mas confesso que tenho ouvido incansavelmente o "ai, se eu te pego" por aí. Então, aproveite o bom momento da música para tirar algum proveito dela. Afinal de contas, lá no fundo, bem que você gostaria que sua marca ou o presidente da sua empresa estivessem estampando a capa da revista Época, não é verdade? Muita gente que está criticando a atitude da revista Época age instintivamente por puro despeito, porque não se pode negar que Michel Teló desfruta, hoje, de uma posição muito privilegiada e invejada em termos de saúde de marca, algo que milhões em comunicação, por anos, não conseguiram resolver para um grande punhado de marcas.

Se as pessoas se engajaram com o Michel Teló, certamente existe algo interessante para ser observado nesse fenômeno. Para se ter uma noção do sucesso, dias depois do cantor lançar a versão em Inglês "Oh, If I Catch You" do seu mais novo hit, a música passou a ocupar o topo das paradas do iTunes em muitos países europeus, ultrapassando artistas como Coldplay e Adele. Outro fato importante é que a música também se engajou com um código cultural muito forte no mundo: o futebol! Não me refiro somente ao vídeo do Neymar fazendo a dancinha no vestiário (que está bombando no YouTube), mas também aos jogadores brasileiros, na Europa, que começaram a imitar a mesma coreografia depois dos seus gols. A marca Michel Teló emprestou um código cultural para lançar um sucesso sertanejo, que emprestou outro código cultural – o futebol – para se alastrar entre marcas fortes – os jogadores – que dão e emprestam sua imagem mutuamente. É uma cadeia alimentar mercadológica perfeita.

Talvez você esteja se perguntando agora: o que devo fazer para ter sucesso na minha comunicação, assim como o Michel Teló fez com o seu "Ai, se eu te pego"? E devolvo esta pergunta com outras quatro e gostaria que você fizesse o exercício de, todas as vezes que pensar em propaganda, aplicar este questionário simples, já que não podemos pensar em sucesso "por acaso":

1. Nesta mensagem que quero comunicar, compartilho um interesse real com as pessoas?

2. A proposta tem relevância cultural?

3. Estou sendo útil para as pessoas?

4. Estou atuando no meu core business?

Se as respostas forem todas afirmativas, vá em frente. As chances das pessoas se engajarem, de fato, com a comunicação que você propõe, tendem a ser bem altas. Se no seu score final já consta apenas um não, volte ao briefing e acredite: a grande ideia está explícita no comportamento do seu consumidor, bem na frente do seu nariz e ela é mais simples do que você imaginava. Ai, se ela te pega!